Tuesday, October 18, 2016

Não voltou ainda

Muita pesquisa e descobri que a Google fez algo e a blogroll de um montão de gente desapareceu. Dizem que estão trabalhando no problemas, mas já faz mais de um mês e até agora nada. Vou atrás dos blogs, mas se alguém ainda lê este cantinho abandonado rsrs me manda seu link para facilitar minha vida? ☺️

Obrigada! <3

Monday, October 3, 2016

Sumiu tudo

Todos os blogs da minha lista de blogroll sumiram. Heeeelllllp!!!

Thursday, August 18, 2016

Sumida, eu?

Seguindo a linha de todos os últimos posts, rsrs estou mega sumida, eu sei e não gostaria de estar, mas não dá para ser diferente.

Nos mudamos. Chegamos em Rochester, MN faz um mês e meio. Muitas coisas aconteceram neste tempo, como vocês podem imaginar. Vou tentar ir escrevendo sobre o processo todo aos poucos. Percebi que nunca coloquei aqui no passado sobre como foi a compra da nossa casa que tínhamos em Ann Arbor, então vou aproveitar para depois escrever sobre a venda e também sobre a compra da nova casa. Mesmo quase dez anos aqui, e ainda dá para fazer post de curiosidades da vida nos EUA :-)

Também quero escrever sobre a experiência de estar em casa com o meu filho e sobre vários outros detalhes do que é morar em uma casa que não é parte de condomínio (que é o que morava antes). Enfim, vou tentar ser mais ativa aqui, mas ainda estamos na correria da adaptação e de organizar tudo e a realidade é que com uma criança pequena e um marido que trabalha longas horas, todo o processo fica mais lento, já que somos apenas nós dois para resolver tudo, mas quero muito registrar todo o processo e como estou me sentindo, afinal, este é meu diárinho!!


Monday, June 13, 2016

Presentes da vida



As coisas estão bem corridas aqui. Estamos encaixotando uma vida, vendendo móveis, comprando outros, vendemos casa, compramos casa, formatura do marido, me preprarando para meus últimos dias no trabalho, os últimos dias dele no trabalho, visitando todos os médicos e dentista antes de nos mudarmos, tentativas de nos despedir de todo mundo... Estou com post pendentes, comentários que quero fazer em blogs amigos pendentes... No entanto, não vou fazer nada disso agora. Este post é bem específico e precisava escrever e publicá-lo antes do fim desta semana.

Eu nunca escrevi aqui em muitos detalhes a trabalheira que foi encontrar alguém para cuidar do Pandinha para eu poder voltar a trabalhar. O processo todo foi bem difícil emocionalmente. Eu voltei a trabalhar quando ele tinha nove semanas e até ele ter umas 21 semanas, nós não tínhamos uma pessoa fixa para cuidar dele. Um dia escrevo sobre este período com mais detalhes J Felizmente, nós encontramos alguém de uma forma bastante curiosa.

Através deste bloguinho, conheci uma outra blogueira e viramos amigas também fora dos blogs. Já tem alguns anos que ela não escreve mais, mas mantivemos contato. Curiosamente, ficamos grávidas praticamente na mesma época e ela me apresentou para um grupo de outras nove meninas que também estavam grávidas e nossos bebês nasceriam próximos uns dos outros. Um grupo bem pequeno que foi e é um suporte fantástico na minha vida. Moramos em diversas partes do mundo, e diversas foram as vezes em que elas pareciam estar ali no quarto do meu pequeno no meio da madrugada me fazendo compania. Diversas vezes dividi com elas o desafio que passava a procura de alguém para cuidar do meu pandinha. Eis que uma das meninas, comentou que tinha uma amiga querida que estava para se mudar para a minha cidade, que tinha sido AuPair e que talvez estivesse interessada em trabalhar para mim.  Fui apresentada online a A. e assim começamos a troca de mensagens sobre a nossa possível relação trabalhista. Ela chegou em Ann Arbor e fizemos nossa entrevista e ela começou a trabalhar com a gente quase que imediatamente.

Faz um ano e um mês que A. cuida do Pandinha. Faz um ano e um mês que minha família teve a sorte de ter a A. introduzida em nossas vidas. Marido e eu falamos quase diariamente que não há nada que possamos reclamar da nossa relação trabalhista com A. Ela é fantástica com Pandinha. Vai além do que combinamos para nos ajudar, desde sempre. No fim desta semana nossa relação trabalhista chega ao fim, mas felizmente fica uma relação de amizade que sei que vamos carregar para a vida inteira.

A. é alguém com quem posso desabafar. Que me dá conselhos. Temos pensamentos muito parecidos. Nossas personalidades são bem parecidas em vários aspectos. M., que me conhecia apenas online e que me apresentou para a A., disse que achava que eu e A. éramos parecidas e ela estava certíssima. Há muitas coisas que pensamos diferentes também, mas nossas conversas são sempre prazerosas, construtivas e instrutivas para mim e sei lá quantas vezes cheguei atrasada no trabalho simplesmente porque perdi a hora enquanto conversava com ela.  

Meus olhos se enxem de lágrimas de saber que muito em breve não vamos mais nos ver todos os dia. Um novo capítulo muito em breve vai se iniciar nas nossas vidas e na vida da A. também. Coisas boas para todos nós, mas obviamente vamos sentir falta da A. todos os minutos dos nossos dias.

Eu não acho que minha família expressa isso o suficientemente, mas A., agradecemos todos os dias pelo seu cuidado e amor com o nosso pequeno. Agradecemos todos os dias pela felicidade que sua amizade traz à nossas vidas diariamente. Já te falei isso pessoalmente e deixo registrado aqui também: não pense que você vai se livrar de nós assim tão facilmente, What´s App e Skype vão me dar oportunidades te atormentar o tempo todo.

Nós te amamos!

Thursday, May 5, 2016

Orlando com o Pandinha


Eu não sou exatamente a melhor pessoa para dicas de viagem. Acho que tem milhões de posts por aí que pode dar dicas muito legais sobre viajar para Disney com os pequenos. Então se você chegou neste post procurando dicas infalíveis sobre ir para Orlando com seu bebê, sinto muito, mas este post vai ser inútil para você, é um post só para dividir como foi a nossa viagem mesmo :-)

Marido e eu havíamos decidido, muito antes de pandinha nascer, que não levaríamos nosso filho a Disney antes dos 5 anos de idade. Dividi aqui no blog nossa viagem para lá em 2013. Gostei muito da nossa viagem. Os parques são fantásticos e mágicos para crianças e adultos. A coisa é que na nossa opinião, os pequeninos não aproveitam muito toda esta mágica. A viagem em si tende a ser cansativa, a Flórida é super quente, os muito novinhos não podem ir em vários brinquedos (mesmo os parques sendo de fato voltado para crianças de todas as idades) e os parques são bem, bem, beeeeemmmm caros para o nosso bolso. Por conta disso, na nossa opinião, ir para Orlando com os pequenos é um investimento muito alto para pouco proveito. No entanto, bobo não somos e oportunidade que surge é oportunidade que deve ser aproveitda rsrsrs Nós fomos para Orlando com Pandinha quando ele estava com 14 meses.

Agora em Fevereiro meu marido foi participar de um congresso em Orlando e como tenho férias sobrando, embarquei junto. O hospital cobriu passagem dele e nossa hospedagem, o que já diminuiu um bocado nossos custos. Além disso, quem participou do congresso teve a possibilidade de comprar ingressos com desconto para ir aos parques. Fora estes detalhes, sou mega fã de Harry Potter e ainda não conhecia o lado de Londres na Universal e o transporte entre parques usando o Hogwarts Express, então não dava para deixar esta oportunidade passar, mesmo que isto significasse ir para os parques com um bebê. Como fomos para lá há menos de 3 anos, eu estava completamente satisfeita com o fato que não iria poder aproveitar os parques da mesma forma e que a viagem giraria em torno das necessidades do pequeno e não minhas vontades. 

Já que a oportunidade apareceu assim sem programar e a vida é toda malandrona e sempre joga uns impasses para as coisas não ficarem fáceis demais rsrsrs nos jogou um e Pandinha ficou doente horas antes de embarcarmos. 

Nosso voo era as 13h e por volta das 20h no dia anterior, pequenino começou a ter febre. Dei banho morno, coloquei roupa leve e deixei ele dormir com uma mantinha mais grossa para ver se fazia ele transpirar mais. Bom, no meio da madrugada a febre bateu 42C. Mesmo eu sendo bem relutante em dar medicação para ele, com 42C eu resolvi que era hora de dar o antipirético. Mandei mensagem para o marido que estava de plantão e expliquei que pequenino estava queimando em febre. A medicação cortava a febre por duas horas e a bendita voltava imediatamente. Apesar dos pesares, ele estava bem. Não quis se alimentar, mas não tinha nenhum outro sintoma. 

Marido chegou de manhã e foi tirar uma sonequinha pós plantão. A febre do pequenino continou sempre na casa dos 40-41. Decidimos testá-lo para infecção urinária. Lembra a mensagem que havia mandado para o marido no meio da noite? Isto fez com que ele se preparasse e trouxesse para casa um kit para testarmos a urina do pequeno para ver se ele tinha infecção urinária. Teste negativo. Pandinha estava com dificuldade de engolir e quando marido olhou a garganta viu que tinha um pouco de exudato. Ficamos no debate se ele precisava de antibiótico ou não e se deveríamos cancelar a minha viagem. Ligamos para pediatra e ela nos reinforçou que poderíamos viajar. Pequeno não estava com infecção bacteriana, mas sim viral. Ela comentou que estava vendo bastante casos de Hand, foot, and mouth (é a doença causada pelo vírus coxsackie e eu não sei qual o nome da virose no Brasil mas é algo na família da estomatite) e que tinha certeza que no dia seguinte ele acordaria com o resto dos sintomas. Foi batata. Chegamos em Orlando no fim do dia, jantamos e fomos direto dormir. 

No aeroporto esperando marido pegar o carro.

Pequeno dormiu até a 13h do dia seguinte e acordou completamente empipocado. Ele não queria comer pois estava com diversas aftas na boca. No entanto, a febre começou a ceder e ele ficou só mais um dia com temperaturas de 38-39C.
 
Cansado por conta da febre alta e a pouca alimentação, pequenino dormiu muito e nos 5 dias que ficamos lá, ele sempre acordou bem tarde, ou seja, quando saia de casa para ir a um parque mais da metade do dia já tinha passado. Optamos por não fazer todos os parques, fomos apenas aos dois Universal, Magic Kingdom e Animal Kingdom. 

Nosso primeiro parque juntos, Magic Kingdom. Detalhe que esta foto é de quando chegamos e já era umas 16h da tarde.


 
Esperando a Parade que ele nem ligou rsrs
Agora as perguntas que mais escuto são: Valeu a pena? Pandinha aproveitou os parques? E ambas tem respostas complexas rsrsrs Como expliquei, ele não estava no ápice da sua saúde. Então nós íamos para o parque bem tarde e voltávamos cedo, logo, se tivéssemos pago preço integral nos ingressos, definitivmente não valeria a pena, mesmo com o fato de que crianças com menos de 3 anos entram de graça. Foi uma viagem gostosa, nos divertimos e aproveitamos nosso tempo maaaasss vale lembrar que não pagamos por hospedagem e só tivemos o custo de uma passagem aérea. 

Sobre pandinha apoveitar, ele aproveitou tanto quanto ele aproveitaria qualquer parque de diversões que fica do lado de casa. Entendam, pequenino não assiste TV e eu não sou assim super fanática pela Disney, portanto, ele nem sabe o que são os personagens Disney. Ir nos parques, para ele, não é tão empolgante. Até o show de fogos de artificío que eu achei que ia prender a atenção dele, ele não deu a mínima. Ele gostou bastante do safari no Animal Kingdom. Ficou encantado com as girafas e gostou de participar do carrosel, do Dumbo voador e dos brinquedos do Dr. Seusss, mas não foi mágico como eu vejo os “pequeninos” maiores aproveitando. O que foi sucesso total com ele? A piscina do hotel rsrsrsrs

Ele provavelmente não se imporaria nem um pouco se todos os dias só ficassemos na piscina.
Gostei muito de ter viajado. Tive a oportunidade de conhecer gente que era só do mundo online :-) e que é uma linda também fora dele. Pude ficar igual lagartixa branca na piscina com o meu pequeno e visitei Potterland!! Faria tudo de novo, se tivesse as mesmas oportunidades de economia rsrs Do contrário, mal posso esperar para levar o pequeno lá em alguns anos, quando o parque vai ser uma experiência mágica para ele!

Thursday, April 14, 2016

Relacionamentos



Estamos no processo de mudança e desenterrando diversas coisas que nem lembrávamos mais rsrs Eu costumava fazer rascunhos para o blog em papel e depois passava para o computador (sou old school pessoal rsrsrs). Enfim, encontrei este rascunho sobre relacionamentos que escrevi lá em 2011 e como ainda concordo plenamente com ele rsrs resolvi publicá-lo.

Eu não acredito que estamos destinados à um único amor. Sabe a ideia de que existe uma única pessoa esperando por você em algum lugar? Não acredito neste conceito. Para mim é algo muito conto de fadas para alguém que nunca se viu como princesa. Amo muito meu marido, mas ele não foi meu primeiro e único amor. Não acho que os amores que vivi antes são menos importante do que tenho hoje. Diferente? Com certeza, mas definitivamente não menos importante. Meu marido é o meu presente e espero que continuemos construindo bases sólidas para o nosso futuro. Quero morrer velhinha do lado dele. No entanto, nós dois temos um passado; temos pessoas importantes que nos envolvemos romanticamente e que nos ajudaram a nos tornarmos o que somos hoje, nos pontos positivos e negativos também rsrs

Já comentei aqui no blog que antes de me relacionar com o meu marido eu tinha saído de um relacionamento de 9 anos. Sempre que falo isso as pessoas se assustam. “Nove anos e vocês não se casaram?” “O que ele fez?” “Tinha medo de se casar?” “Ele tinha medo de se comprometer?” Quando digo que ele era uma pessoa maravilhosa a bomba vira para o meu lado. “O que você fez?” Parece que para um relacionamento acabar, há-se a necessidade de um culpado monstruoso.

Há um texto que rola na internet que está assinado por Arnaldo Jabor (não sei se ele é o autor mesmo. Na internet nem sempre se tem certeza o que é de quem rsrs). O texto fala sobre relacionamentos e eu acho uma reflexão bem interessante. Ele começa assim:
             
          “Sempre acho que namoro, casamento, romance tem começo, meio e fim. Como tudo na vida.
             Detesto quando escuto aquela conversa:
                        - Ah, terminei o namoro...
                        - Nossa, estavam juntos há tanto tempo...
                        - 5 anos... que pena... acabou...
                        - é... não deu certo...
            Claro que deu! Deu certo durante cinco anos, só que acabou.”

Isto é exatamente o que penso. Meu relacionamento de 9 anos deu certo, mas acabou. Durante o tempo que estávamos juntos, as coisas funcionavam muito bem, até que parou de funcionar e não havia mais motivos para investir. Foi falta de amor? Não acho. Ele me traiu? Não que eu saiba ou suspeite rsrs Simplesmente chegamos em momentos diferentes de nossas vidas e não fazia sentido retardarmos os sonhos um do outro. Por muito tempo andamos no mesmo passo, até que nossos passos mudaram, e ao invés de estressarmos tentando achar um ritmo, percebemos que simplesmente nosso tempo como casal havia acabado.

Eu não tenho nada de ruim para falar do meu ex e isto espanta muita gente. Ele é uma pessoa incrível. Amigo, honesto, batalhador, cheio de metas e sempre me incentivou a ter as minhas e lutar para alcançá-las. Bom, já faz muitos anos que não nos falamos, mas acho difícil ele ter mudado tanto. Ele é essencialmente bom. Acredito, honestamente, que ele deva ser um ótimo marido para a pessoa com quem ele se casou. Uma pena que nossa amizade precisou acabar, mas entendo que nem sempre nossos parceiros toleram amizade com a ex.

O relacionamente acabou, mas o carinho e respeito que sempre tive por ele continuam intocados. Ele foi um grande amor e quando olho para o passado não fico incomodada, machucada ou amargurada. Não, a lembrança do nosso passado juntos traz um sorriso ao meu rosto e não lágrimas. Não há saudosismo também de que algo tenha ficado inacabado, nossa história teve começo, meio e fim.

Eu sei que não é assim para todo mundo. Sei que há muitas pessoas por aí que terminam relacionamentos por milhões de outros motivos e as coisas não são tão tranquilas como foi o meus caso. Sei que esta teoria que estou dividindo aqui não se aplica a todos os casos, mas se aplica ao meu e na verdade parece que sou um extraterrestre quando falo da pessoa incrível com quem dividi 9 anos da minha vida. As vezes, a reação de algumas pessoas é de como se estivesse traindo meu marido por falar do meu passado tão abertamente. Felizmente, marido entende muito bem o significado do meu passado e sabe que está tudo lá, no passado. Como temos uma filosofia muito parecida, a coisa flui tranquilamente, afinal, nem ele nem eu jogamos o nosso passado fora. Cartas, fotos, cartões... está tudo guardadinho para o dia que tivermos pandinhas (eeee hoje temos um pandinha rsrsr), eles tenham a oportunidade de “tocar” o passado dos pais deles.

Nossos relacionamentos passado acabaram, mas não deixaram de existir. Sou bem feliz com isso. Não vivo do passado, mas também não esqueço que ele está lá. Afinal, poder olhar para o passado de forma racional me ajuda muito em refletir sobre o que sou e quero ser.

Friday, March 25, 2016

Liebster Award



A fofa da Monique me indicou este selinho! Obrigada, Flor! 


Eu amo participar destas brincadeiras e adoro ler de quem participa! Então vamos lá, as regrinhas são:
  • Inserir no post a imagem com o selo Liebster Award;
  • Escrever 11 fatos sobre você;
  • Responder as perguntas de quem te ofereceu o selo;
  • Indicar de 11 a 20 blogs com menos de 200 seguidores;
  • Fazer 11 novas perguntas para os blogs que você indicar;
  • Linkar de volta quem te indicou.

11 fatos sobre mim:

1.      Eu tenho pavor de aranha. Eu entro em desespero com qualquer uma de qualquer tamanho. Já tentei pular de um carro em movimento por conta de uma!

2.      Antes do meu Pandinha nascer, eu estava em uma fase total American Idol e virei fã de carteirinha do Phillip Phillips.

3.      Eu tenho problema com sono desde que me entendo por gente e acho que passei isso para o meu filho que também acorda trocentas vezes por noite.

4.      Eu sempre amei livros e me recusava a usar os e-readers, mas depois que o Pandinha nasceu, adotei os livros eletrônicos pois consigo ler enquanto dou de mamar de madrugada e passei a amar o troço.

5.      Eu não sei pedir ajuda, sempre acho que estou atrapalhando os outros.

6.      Eu tenho o maior orgulho da minha idade! Adoro falar quantos anos tenho (32).

7.      Eu não sou fã de doces em geral, mas se fosse possível, comeria cheesecake da Cheesecake Factory todos os dias da minha vida.

8.      Adoro participar de argumentações sobre os assuntos mais diversos.

9.      Eu não tenho muita paciência para vídeos e por isso não consigo acompanhar nenhum vlog.

10.  Não sei exatamente quando desenvolvi isso, mas eu não levo nada para o pessoal, então a “carapuça” nunca serve por aqui e não me ofendo, até quando tentam me ofender.


11.  Faz 15 meses (idade do meu Pandinha) que eu não acompanho nenhum seriado, antes disso eu acompanhava de tudo.

Respostas para as perguntas da Monique
  1. Como você visualiza sua vida daqui 10 anos?
Eu nunca sei como responder esta pergunta pois eu nunca planejo com tanto tempo de antecedência.
  1. Qual o conselho você deixaria para o seu eu do passado?
Confie nos seus instintos sempre!
  1. Qual sua cor preferida?
Roxo
  1. Você é uma pessoa que prefere viver no campo ou na cidade? Por que?
Campo. Hoje estou em um ritmo mais desacelerado da minha vida e gosto da ideia de uma casinha com um jardim bem grande para meu Pandinha e Lua se materem de correr o dia todo.
  1. Você se considera espiritualizada?
Tive que dar um Google para responder esta rsrs Pela descrição que achei, não sou não pois ainda não encontrei o equílibrio.
  1. O que você não consegue suportar em outra pessoa?
Egoísmo
  1. Qual seu proximo destino de viagem?
Está tudo pausado por conta da mudança, então cancelamos todas as possíveis viagens L
  1. Um sonho que você acha que consegue/vai realizar em breve?
Uma casa com jardim e espaço suficiente para receber nossos familiares e amigos.
  1. Um conselho para outras pessoas.
Escute as pessoas de verdade, prenda os seus pensamentos e escute apenas o que está sendo dito.
  1. Um medo. 
Perder a Lua e meu Pandinha.
  1. Você é engajado em alguma causa social?
Há muito tempo que não participo de nada fisicamente, faço apenas doações financeiras para a ASPCA. 

Eu vou deixar o post aberto para quem quiser participar, já que praticamente todo mundo que sigo não bloga mais.

As minhas perguntas são:
1.      Se você descobrisse que este seria seu último dia de vida, o que faria?
2.      Quantos amigos do seu mundo virtual se transformaram em amigos fora dele também?
3.      Se você pudesse escolher qualquer país do mundo para morar, qual seria e por que?
4.      Qual sua memória mais antiga?
5.      Qual a coisa que parece mais inofensiva para outras pessoas mas que te irrita bastante?
6.      A maior felicidade é:
7.      Qual sua viagem dos sonhos?
8.      Qual a maior aventura que você viveu?
9.      Se você pudesse mudar uma única coisa no mundo, o que seria?
10.  Qual a melhor comida que você já experimentou?
11.  Qual seu maior orgulho?