Tuesday, February 25, 2014

Na minha opinião (2)

    Como comentei no post anterior, também no ano passado (2013) uma lista escrita por um estrangeiro virou viral entre os brasileiros. Ao contrário do vídeo, a lista não me despertou nenhuma reação em particular. Então por que diabos resolvi escrever sobre isso? Porque os comentários e retaliações, em muitos casos, me fizeram lembrar do vídeo do post passado. Houveram muitos brasileiros que aproveitaram a oportunidade para esculhambar o Brasil, mas tive a impressão que a lista e autor, desta vez, foram mais esculhambados do que o Brasil.

    A lista foi escrita por um estrangeiro que morou (mora?) no Brasil por 3 anos. Na lista, ele cita 20 motivos por ter odiado sua estadia em terras tupiniquins. Eu concordo com tudo que ele colocou? Claro que não! O autor colocou algumas informções da qual ele não tem conhecimento concreto, um bom exemplo é o item 19 da lista. Porém acho que, no geral, ele cumpriu bem o papel a que se propôs: citar coisas que ELE não gostou no Brasil. São todas as "coisas" necessariamente ruins? Não, ele mesmo admite isso no item 17. Um outro problema que tende a me incomodar em listas como estas são as generalizações, um método que o autor utilizou em sua lista, mas admito que as generalizações que ele fez não me soaram tão absurdas.

    Eu não gosto de generalizações, corro delas, mas sei que as vezes são inevitáveis. Por exemplo, após os 35 anos de idade, as mulheres tem mais dificuldade para engravidar. Isto significa que toda mulher com mais de 35 anos vai ter dificuldade e que todas com menos de 35 vão engravidar com facilidade? Não! Isto significa que os estudos realizados apontam que um número, estatisticamente relevante, maior de mulheres com mais de 35 anos tem problemas de fertilidade. A relevância estatística se traduz na generalização. Muitas vezes, até inconscientemente, nós utilizamos este mesmo método analítico. Existem "coisas" que acontecem tão frequentemente em certas culturas, países, regiões, cidades, vizinhanças, que acabamos por ver a "coisa" como via de regra. Acredito que foi isso que aconteceu com o estrangeiro. Eu mesma, ao ler a lista concordei com diversos itens. Quero registrar também que lá no post original (o que circulou entre os brasileiros eram todos traduções) o autor inicia o texto com a explicação de que os itens "são generalizações e que as excessões são abundantes."

    Enfim, a lista não é perfeita mas o que me deixou mais intrigada foram os comentários e retaliações contra a lista e autor. Enquanto o autor fez uma comparação entre países no item 15, a maioria dos retaliadores se utilizaram desta metodologia. A lista não diz que país X é melhor; é uma lista do que ELE não gostou no Brasil. E não venha me dizer que a comparação fica subentendida no texto, porque não fica.  Existem várias coisas que não gosto e critico nos EUA e que são piores no Brasil, mas isso não me tira o direito de não gostar e criticar, ou tira? Outro detalhe importante é que no post original não há nada que indique que o autor seja estadounidense, a única certeza é que ele é estrangeiro. A afirmação de ele ser americano está presente apenas nas traduções que rodaram a internet. Mesmo assim, muitos que criticaram a lista e autor fizeram a crítica comparando Brasil e EUA.

    Já falei que não gosto das comparações que costumam fazer entre Brasil e EUA, pq na maioria dos casos são comparações levianas. Os itens da lista são facilmente comparáveis, e algumas (poucas) comparações que ví não são tão absurdas. O que acho estranho neste caso é que se estão criticando a lista por escrever sobre o Brasil, comparar os países não segue a mesma linha que se critica?  Se é para contradizer a lista, não seria um melhor argumento mostrar as falhas da lista por não retratar uma realidade brasileira? Eu acho que as comparações acabaram ocorrendo porque é difícil argumentar a lista, pois os itens não são tão surreais.

    Eu acho que a lista pode servir como inspiração, eu vou me inspirar nela para fazer as minhas listas ;-) Mas a comparação de onde é pior com países tão difrerentes beira o irracional, na minha opinião. Além do que, como a Eliana comentou no outro post, nós todos temos experiência muito diferentes, e eu acho que por conta disso é bacana ser cuidadoso com certas comparações ou avisos sobre como certas coisas são. Não por conta do que os outros vão achar, mas sim pelo que nós autores queremos representar em nossas palavras. Acredito ser importante fazer uma reflexão ao reler o que escrevemos antes de tornar público. Não necessariamente para verificar erros gramaticais, mas para se perguntar: que mensagem quero passar com este texto? Quais minhas evidências para o que estou pregando? Minha escrita é contraditória? Acho importante sermos nosso maior crítico!

    Outra coisa que achei muito chata nos comentários que li, foi o discurso de que ele é um estrangeiro que foi "recebido" pelo outro país e que ele não deveria reclamar, mas sim agradecer e blá blá blá zzzzzzzzzzzz Quer dizer que por ser imigrante eu devo fechar os olhos e a boca para o que acho errado? Que por ser imigrante eu não posso ter um olhar crítico sobre nada do que não gosto? Por ser imigrante eu devo baixar a cabeça e ficar quietinha por que meu país de origem tem problemas? Na minha opinião, uma resposta positiva para qualquer uma destas perguntas é um tipo de discriminação, pré-conceito.

    Todos nós gostamos e desgostamos de coisas diferentes. Todos nós tivemos experiências diferentes no nosso país de origem e no país que imigramos. Adoro a troca de experiência que o mundo online nos permite, mas acho que é importante ser cuidadoso na forma que nos pronunciamos nestas trocas.

    A lista do estrangeiro, em sua maior parte, não foi absurda, mentirosa, ofensiva então fiquei um pouco intrigada sobre a reação que ela provocou nas pessoas. Na lista original, ví vários estrangeiros extremistas, que comentaram com absurdos sobre o Brasil. Ví muita coisa feia por lá, então não pense que eu acho que a lista foi neutra porque foi escrita por um estrangeiro. Ser sem noção está muito além de nacionalidade. No site do post original tem a pasta Brazil hate, e tem muita coisa feia lá, de estrangeiros e brasileiros :(

    No fim, eu acho que todo debate pode ser saudável. Como comentei antes, adoro ler as experiências das pessoas em outros países. Leio muitos blogs de expatriados e leio os comentários das pessoas em outros lugares. É bacana ler as experiências principalmente para quem está iniciando sua vida de expatriado, por isso acho triste ver a galera perder a mão na hora de fazer uma crítica.

Wednesday, February 19, 2014

Na minha opinião (1)

    Faz algum tempo que ensaio para escrever este post. Há tanta coisa que quero falar a respeito que acabo por "travar." Eis que finalmente destravei e vou registrar o que povoa esta cabecinha :) As coisas aqui dentro são agitadas e rendem muito assunto. Não quero cansar a beleza de quem decidir ler o post, por isso vou dividí-lo :)

    Na metade do ano passado (2013), começou a circular pela internet o vídeo de um brasileiro que critica o Brasil e compara o país com os EUA. Já no fim do ano, foi a vez de uma lista criada por um estrangeiro sobre os 20 motivos que ele odiou sua estadia em Terra Brasilis. Vídeo e lista viraram virais entre os brasileiros.

    A ideia principal do vídeo e da lista é a mesma: apontar certos problemas no Brasil e no brasileiro. No entanto, a metodologia e a qualidade do produto final são completamente diferentes. Acredito que um dos motivos para estas diferenças é que o autor do vídeo é um brasileiro que (aparentemente) viaja como turista para o exterior, já o autor da lista é um estrangeiro que morou no Brasil por 3 anos. Ser turista e ser morador trazem experiências completamente diferentes! O vídeo "compara" o Brasil e os brasileiros com os EUA; a lista pontua o que o autor não gosta no Brasil, sem comparações. Os dois virais despertaram reações diversas entre os brasileiros, reações que foram do esculhambar o Brasil, passando pelo esculhambar o autor, até o esculhambar o país do autor. Infelizmente, poucas reações foram coerentes e construtivas.

    Neste primeiro post eu vou me concentrar no vídeo. Sou a favor de expressar opiniões, estou eu aqui expressando a minha, mas acho que é importante pensar bem antes de se fazer certas afirmações. Também acho importante verificar a veracidade e qualidade do que falamos. Sou absolutamente contra diarreia verbal com a errônea justificativa de "a pessoa age assim pq é auntêntica" e é apenas um desabafo. Acho que o autor do vídeo falhou no ato de pensar antes de falar. Muitos dos que comentaram e republicaram o vídeo seguiram o mesmo caminho.

    Preciso repetir que tudo que coloco aqui é minha opinião pessoal e não sou dona da verdade? Apesar de pensar e pesquisar muito antes de escrever sobre certos assuntos, o blog reflete minha opinião e não verdades irrefutáveis! Continuemos :)

    Eu acho que a crítica comparativa do vídeo é descabida, me passa a mensagem de um turista deslumbrado com valores questionáveis, e não alguém que de fato conheça como certas coisas funcionam nos EUA. Eu também acredito que o comparativo é bem falho pq acho que certas comparações entre os dois países são injustas. O Brasil é um país emergente, equanto os EUA faz parte do grupo dos países desenvolvidos. Isso significa que o Brasil só tem coisa ruim? Claro que não, apenas acho que certas comparações não podem ser feitas sem sermos levianos.

    O vídeo começa com reclamações sobre a parada gay, marcha das vadias e o movimento pró-marijuana. Ele comenta que brasileiro gosta de festa e estes movimentos são grandes festas. Se é para comparar, onde foi mesmo que estes movimentos começaram?  Outro fato que me incomoda muito neste vídeo é que o autor fala DOS brasileiros como se ele fosse um espécie híbrido superior e não um brasileiro que é parte do problema como todos nós.

    O autor reclama que OS brasileiros só vão à luta por direitos estúpidos (vide as manifestações que ele citou no começo) mas não lutam pelos direitos básicos de poder "ter e comprar" o que desejarmos. Sei lá, mas eu achava que os direitos básicos deveriam ser educação, saúde e segurança. Mas quem sou eu para dizer isso? Como fui chamada por pessoas que comentaram no vídeo "apenas mais uma socialistazinha que deveria mudar para Cuba". Afinal, socialismo é algo perjorativo. E achar que que os direitos básicos não são bens materiais é defitivamente o que define ser socialista. Adoro a força e coerência dos contra-argumentos.

    Aliás, o autor muito bem explica sobre a hipocrisia dos que lutam por mais igualdade social mas se utilizam de tecnologia e não doam todos os seus bens para outras pessoas que precisam. Já comentei que adoro a força e coerência do argumento? O vídeo ainda acusa o governo brasileiro de ser um governo para os pobres. Onde um país, que ele mesmo cita que tudo é muito caro, é um país voltado para os pobres? Contraditório, eu diria. Durante 9 minutos o autor do vídeo reclama do baixo poder de compra no Brasil, que a vida é melhor nos EUA pq por aqui se pode comprar carros, tvs, vídeo-games e isso é qualidade de vida. Eu até acho que o conforto material está sim ligado a qualidade de vida, mas está longe de ter o maior peso nesta equação, meus valores são outros.

    Nos muitos comentários e nos websites que republicaram o vídeo, o autor teve bastante apoio em suas reclamções e defensores prontos para atacar qualquer um que fosse contra o que ele disse no vídeo. Muitos dos defensores, assim como o autor, cuspiram tantas informações equívocadas sobre os EUA que em muitos casos eu acabei por questionar a fonte das informações. Os comentários se tornaram mais um mantra de EUA é o melhor e Brasil o pior do que qualquer outra coisa. Um verdadeiro show de horrores!

    Acho que deixei bem claro que não gosto do vídeo. Não gosto de como o autor compara o que ele nitidamente conhece muito pouco. Nos comentários, teve gente que falou sobre a existência da saúde gratuita nos EUA. Alguém me conta onde ela existe? Comentaram também sobre um sistema de educação perfeito. Alguém me conta onde foi parar o tão debatido tema sobre o sistema educional em declínio assustador desde a era Bush-filho? Acho que meus mais de 6 anos de MORADIA nos EUA me fizeram perder o boletim informativo que outras pessoas tiveram acesso no Brasil. Criticar um país, até comparar com outro é uma coisa bem diferente de citar inverdades.

    Sou contra o deslumbramento infundado sobre países estrangeiros. Todos os lugares tem coisas boas e ruins, as vezes a balança de um pesa mais para um lado do que para o outro. Neste desequílibrio da balança é que temos que agir e correr atrás de mudanças. Enxergar os problemas é um passo mais próximo à mudança, mas está longe de ser o único.

    O próximo post é sobre a lista do estrangeiro :)

Tuesday, February 4, 2014

Eles estiveram aqui!

    Eu sempre me conformei que meus pais não viriam me visitar. Meu pai odeia avião; os problemas de saúde crônico dele não ajudam em nada para viajar tranquilo. Minha mãe, apesar de não gostar muito, tenho certeza que viria se não fosse o pequeno detalhe que meus pais não viajam separados NUNCA. Por contas destes detalhes, sempre acreditei que a visita não ia acontecer. Imaginem minha surpresa quando meu pai cogitou a ideia na minha última visita ao Brasil? Pois é, não acreditei rsrs

    Preocupados e cuidadosos como são, meus pais acharam injusto eu ter um gasto absurdo todos os anos para visitá-los, além de a viagem para o Brasil tomar todos os meus dias de férias, o que impedia que eu e marido viajássemos para outros cantos. Pois é, peão com 15 dias de férias não é fácil. Enfim, por questão de justiça (e pq eles me amam demais rsrs) meus pais começaram a elaborar na mente a hipótese de me visitar.

    No fim, todos os planetas se alinharam, compramos passagens e depois de muitas horas de viagem, enrosco de avião no layover e mala perdida, minha família Buscapé veio passar o mês de Dezembro comigo :-) E pq eu tenho uma família incrível, não foram apenas meus pais que vieram, minha irmã e meus dois sobrinhos também vieram conhecer meu canto!

    Olha, felicidade é pouco para descrever rsrsrs Eu admito que fiquei um pouco preocupada com meu marido, afinal, minha família veio para ficar 28 dias. Uma casa que sempre foi composta de dois adultos e uma cachorra, de repente se viu com 5 adultos, duas crianças e um cachorro rsrsrs Privacidade deixaria de existir, silêncio (mais ou menos) só quando o bebê de 16 meses estivesse dormindo. A família do meu marido é uma família quieta, a minha é expansiva rsrsrs Sempre temos assunto hahahaha Fiquei com medo deste choque, com medo de que ele não desse conta de tanta energia. Combinamos antes da minha família chegar que ele poderia ir passar alguns dias com amigos nossos, eu não ia me sentir ofendida. Não foi necessário, ele tirou de letra o agito e a bagunça rsrs

    Neste tempo que eles ficaram aqui, eles viram muita neve e pegaram muito frio rsrsrs As temperaturas chegaram a -40C, um frio que não se via em 40 anos. Abrir a porta era como se vc abrisse um tanque de nitrogênio!! Eles sentiram muito frio do lado de fora, e mesmo com roupas especiais, passamos a maior parte do mês com atividades em ambientes fechado. Ainda assim eles fizeram o básico dos dias de neve: sledding (escorregar na neve), fazer boneco de neve, anjo da neve, mas isto só ocorreu em dias que as temperaturas deram uma trégua. Foi a primeira que eles tiveram contato com a neve e foi muitaaaaa neve (este ano a neve já ultrapassou o recorde histórico da nossa cidade). Meu sobrinhos ficaram encantados, o pequenino pegava neve e esfregava no rosto rsrsrs o mais velho queria fazer guerra de bola de neve todos os dias. No dia que fomos sledding, eles se divertiram tanto, que uma moça perguntou se era a primeira vez deles na neve rsrsrsrs SIIIIMMMMM rsrsrs

    Como todo que é bom dura pouco, os 28 dias passaram voando. Eu ouvi de várias pessoas que na primeira semana ia ser só amores, que depois eu ia estar cansada e doida para ter minha casa de volta. Sim, eu fiquei bastante cansada; meus dias foram hiper corridos (eu só tive 10 dias de férias); várias vezes não consegui achar algo pq meu sobrinho tinha enfiado em algum esconderijo rsrsrs mas eu acho que foi tudo mais fácil do todo mundo achou que seria.

    A pior parte foi a despedida. A gente acha que depois de tanto tempo fora de casa e de tantas despedidas, a coisa deveria ficar mais fácil, mas não fica. Aliás, desta vez foi a mais difícil de todas-- eu chorei compulsivamente por dias. Foi patético! A cada coisa que eu encontrava e me lembrava da minha família, eu chorava! Eu chorei com um papel de bombom que meu sobrinho deixou em cima da pia rsrsrs Foi tudo muito mais dolorido do que todos os anos que volto para o EUA. Desta vez fui eu quem voltei para a minha casa vazia. Não tinha mais meus dois sobrinhos chamando tia incansavelmente. O vazio doeu e ecoou por vários dias, até a correria do dia a dia tomar conta.

    Minha família adorou a viagem, mas meus pais já prometeram que jamais retornam aqui no inverno, mas hey, eles cogitam o retorno, quem sou eu para fazer algum comentário sobre o verão infernal daqui?









Monday, February 3, 2014

Complexo Universal Orlando

     O Universal Orlando é mais novo que a Disney World, e na minha opinião muito mais focado em adolescentes e adultos do que a Disney.

     O complexo Universal é formado pelo Universal Studios Florida, Island of Adventure e o CityWalk (cento de atrações e compras). Enquanto a Disney está mais paradinha nas renovações das atrações nos parques (o que não quer dizer que não há inovações, elas apenas são mais lentas) a Universal está com força total, renovando e criando .

    Os parques Universal são grandes, mas menores que o da Disney. Além disso, eles ficam bem próximos um do outro e isto permite que vc caminhe de um parque para o outro com facilidade. Devido ao tamanho e proximidade, nos fizemos os dois parques Universal no mesmo dia e não me arrependo. Vimos tudo, brincamos em tudo e ainda repetimos os preferidos :)

    A Universal oferece o Universal Express que é um ticket que você compra para "furar" fila nos brinquedos. Quase todos os brinquedos tem a linha express para quem pagou extra. No dia que estávamos no parque, as linhas express estavam praticamente vazias, enquanto as filas normais estavam bem grandinhas em alguns brinquedos. Existem duas modalidades, o express que permite ir apenas uma vez na fila rápida ou o express que permite ir ilimitado. Nós optamos pelo de single use e gostamos. :) Como chegamos cedo no parque, conseguimos ir em vários brinquedos quase sem fila. Depois que o parque encheu foi que compramos o passe. Eu admito que se vc têm paciência de ficar em filas e vai fazer um parque por dia, eu n sei se o express vale a pena. No nosso caso, com dois parques e desespero de economizar todo tempo possível para usar no parque do Harry Potter rsrs o express veio a calhar. Não enfrentamos absolutamente nenhuma fila o que nos deu bastante tempo para o Harry Potter e para fazer compras no parque.

    Diferentemente da Disney, no Universal vc não pode ir com bolsas em vários brinquedos. Quando isto acontece, na proximidade do briqnuedo há armários para vc guardar os objetos. Para nós funcionou muito bem mas eu sem que tem bastante gente que reclama.

    O Universal Studios Florida é dividido em 8 áreas: Hollywood, New York, Production Central, San Francisco, Woody Woodpecker's KidZone, World Expo, Springfield USA, e no verão de 2014 inaugura o The Wizarding World of Harry Potter-Diagon Alley. O Island of Adventures é dividido em 6 áreas: Marvel Super Hero Island, Toon Lagoon, Jurassic Park, The Wizarding World of Harry Potter, The Lost Continent e Seuss Landing.

    Todos as áreas dos parques são muito bacanas, os detalhes são impressionantes. Uma diferença que senti nos parques, os funcionários Disney são muito mais simpáticos rsrsrs Não é que os do Universal são grosseiros, mas é que os da Disney não mostram um pingo de impaciência, nunca! E como comentei no começo, os parques passam a impressão de ser voltado para o público mais adolescente e adulto, então há muito mais montanhas russa, o que amo!

    De toda viagem para Orlando, o parque mais esperado (no meu caso e da minha melhor amiga rsrs) era o Island of Adventures por conta do The Wizarding World of Harry Potter! Somos fãs desde que os livros foram lançados. A expectativa era enorme rsrsrs Admito que meus olhos ficaram cheios de lágrimas quando entrei no parque hahahaha pode fazer piada!

    O parque supriu todas as minhas expectativas. Os detalhes são impressionantes, e a J.K. Rowling foi super mandona para ter tudo igual do livro e obviamente, tudo era exatamente como deveria ser. Até meu marido que não gosta de HP (forcei eles assistir alguns dos filmes) adorou o parque. The Forbidden Journey, a montanha russa do HP, é fantástica. Vc voa com os personagens do filme (é 3D) e a coisa é linda demais. A fila (neste não pode usar o express) é dentro de Hogwarts, e tudo é de tirar o fôlego e emocionar qualquer fã. No meio deste ano eles vão inaugurar o Beco Diagonal no outro parque, e o Expresso de Hogwarts vai conectar os dois parques. Não vejo a hora de poder ir lá e viajar no Expresso :)

    Neste parque até que tiramos uma quantidade razoável de fotos, mas quase todos nós estamos nelas rsrsrs Então vou colocar o que dá por aqui :)